E lentamente...
E lentamente falas, e lentamente calo, e lentamente aceito, e lentamente
quebro, e lentamente falho, e lentamente caio cada vez mais fundo e já
não consigo voltar à tona porque a mão que me estendes ao invés de me
emergir me afunda mais e mais (…) —
Caio Fernando Abreu
Nenhum comentário:
Postar um comentário